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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Wunderlich cria BMW R 1200 GS híbrida com tração integral

27/11/15
"Já passou pela sua cabeça poder andar em uma motocicleta híbrida? E pilotar uma moto com tração integral? São dois conceitos que instigam qualquer piloto, e com razão.
Acontece que a preparadora alemã Wunderlich criou essa moto descrita acima na forma da primeira BMW R 1200 GS com tração integral e um motor elétrico acoplado na roda dianteira da motocicleta.
A Wunderlich, que fabrica acessórios para as motos BMW, também é conhecida por seus protótipos, alguns dos mais curiosos. Este é um deles. No eixo da frente da BMW R 1200 GS padrão foi instalado um motor elétrico. 
Um motor eléctrico de 13,4 cavalos de potência que move unicamente a roda dianteira. O motor é capaz de movimentar a motocicleta sozinha a até 20 km/h, e também é capaz de reverter o seu funcionamento, impulsionando a moto para trás. Ideal para quando você está com uma moto de quase 250 quilos estacionada em um declive.
Acreditem, é uma moto pesada e não tão fácil de manobrar quando está estacionada. O motor elétrico já vale a pena para este caso. O fato é que ele nos permite fornecer potência extra e mais mobilidade, além dos 125 cavalos do motor 1.170 cc que segue encarregado de mover a roda traseira.
Aí você pode perguntar: de onde é que o motor tira a eletricidade? Ela é obtida a partir da frenagem regenerativa e armazenada em uma pequena bateria localizada na parte frontal da moto, sob o para-choque dianteiro, relativamente volumosa.
Como desvantagens do sistema elétrico está uma possível podem limitar o curso da suspensão dianteira e aumentar o peso total da moto, o que não foi divulgado, mas apostamos em cerca de 15 quilos extras além dos 238 kg da R 1200 GS. 
A Wunderlich não divulgou mais detalhes sobre o funcionamento, ou a utilização, do sistema elétrico, mas já se mostrou bem interessante, não acham?

Fotos: Divulgação/Wunderlich


Fonte:
Equipe MOTO.com.br "

Site: MOTO.com.br

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Suzuki V-Strom 650 XT ABS chega por R$ 34.920

"Cícero Lima
O segmento de motos aventureiras vai muito bem. É um mercado que oferece quase uma dezena de modelos e 20 variações. Até o final de julho, o modelo mais vendido entre essas motos é o mais caro: BMW R 1200 GS. Foram emplacadas 1.632 unidades do modelo alemão que tem preço inicial de R$ 69.900. Esse é apenas um exemplo da importância do mercado de aventureiras que, nos primeiros sete meses de 2015, movimentou perto de R$ 500 milhões.
Para abocanhar uma fatia desse seguimento, a Suzuki lançou uma versão mais aventureira da V-Strom 650, chamada V-Strom 650 XT ABS. O modelo chega ao País com preço público sugerido de R$ 34.920. Além de características importantes para agradar aos entusiastas do turismo fora de estrada. Um exemplo é a roda raiada de 19 polegadas na dianteira (capaz de receber pneu sem câmara), sistema de freio ABS, paralama “bico de pato” e parabrisa regulável em três posições.
Sua motorização, com dois cilindros em “V”, oito válvulas e refrigeração líquida o diferencia das demais motos à disposição. Sua potência máxima é de 69 cv (a 8.800 rpm) e o torque de 6,12 kgf.m (6.400 giros) a credenciam para brigar na categoria. Seu desempenho a colocam em vantagem contra as monocilíndricas e não está tão longe das concorrentes mais potentes (e caras).
O sistema de freios usa dois discos de 310 mm na frente e disco simples (260 mm) na traseira. Para aumentar a segurança, a nova Suzuki já vem com sistema ABS de série. Já as suspensões são convencionais: garfo telescópico na dianteira, com curso de 150 mm, e balança traseira com curso de 160 mm. Na 650 XT é possível regular a pré-carga da mola e o destaque é o conjunto traseiro, que pode ser regulado apenas com o uso de uma “borboleta”.
Se a nova Suzuki traz diversos equipamentos que agradam aos aventureiros, a moto terá de lutar contra a tradição da Yamaha Ténéré. Custando R$ 33.680, a XTZ 660 Ténéré traz ABS de série e roda raiada com aro 21 na dianteira. A desvantagem fica para seu motor de um cilindro que tem desempenho inferior: 48 cv de potência máxima a 6.000 rpm e 5,92 kgf.m de torque a 5.500. Contam também a favor da Yamaha Ténéré a maior rede de concessionários e, claro, o preço menor.
Por falar em preço, se essa não for uma preocupação do motociclista, o mercado oferece opções bem mais sofisticadas e potentes. Um exemplo é a inglesa Triumph que oferece versões da consagrada Tiger 800, a partir de R$ 37.690 – caso da XR. Seu motor de três cilindros em linha oferece 95 cv de potência máxima e torque de 8,06 kgf.m nas 7.850 rpm – tem rodas de liga-leve, mas já vem de fábrica com controle de tração e freios ABS. Caso faça questão de ter uma roda raiada o motociclista terá de investir pelo menos R$ 40.790 para ter a versão XC na garagem.
Por R$ 43.350 já é possível comprar a BMW F 800GS (versão Premium), o modelo traz roda dianteira raiada e adotou também um bom nível de tecnologia embarcada. O motor de dois cilindros paralelos (798 cc) oferece a potência máxima de 85 cv (a 7.500 rpm). O torque máximo de 8,3 kgf.m está disponível em 5.750 rpm.
Apesar das concorrentes, a Suzuki V-Strom 650 XT ABS tem atributos para fazer sucesso, a começar pelo motor de dois cilindros de funcionamento suave e bom desempenho, o mesmo utilizado na V-Strom standard e na Gladius. Assim como sua irmã mais comportada, a V-Strom XT oferece maior proteção aerodinâmica e conforto. Com tudo isso, e pelo seu preço, o maior obstáculo para o sucesso da nova Suzuki talvez seja a falta de divulgação do produto e a estratégia tímida da empresa no País.


Fonte:
Agência Infomoto "
Fotos:
Divulgação
http://www.picautos.com/images/yamaha-xtz-660-tnr-07.jpg
http://www.ridermagazine.com/wp-content/uploads/2014/11/2015-Triumph-Tiger-800-XRx-beauty.jpg
http://www.motorcycledaily.com/wp-content/uploads/2013/05/050213middle1.jpg
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